Os jogos são a espinha dorsal da festa. É a parte que dita o ritmo: começa mais agitada, vai baixando de intensidade e termina no momento em que a festa precisa de calma para o bolo.
Como escolho os jogos
Não levo um guião fixo. Antes da festa pergunto três coisas: quantas crianças, que idades e onde vai ser. Com isso monto uma sequência de jogos que encaixe no espaço e no grupo. Não faz sentido levar estafetas para um apartamento, nem jogos de roda para trinta crianças num jardim grande.
Durante a festa vou lendo o grupo. Se um jogo não está a resultar, mudo. Se um está a correr especialmente bem, estico. É essa a diferença entre uma animação preparada e uma lista de atividades executada à força.
Formato
Estafetas, jogos cooperativos, provas de destreza, desafios em equipa e brincadeiras de roda para os mais pequenos. Levo todo o material necessário, arcos, cones, bolas, lenços e o que o programa pedir.



